sexta-feira, fevereiro 24, 2012

geek help

alguém quer ser um amor e descobrir porque é que o meu cabeçalho continua com baixa resolução... eu já tentei tudo, mas eu só percebo de biologia e plantas... linguagem html is not quite my thing.

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Assim seja, para não me esquecer

"O fim de tudo
é um recomeço
e olha, eu bem que mereço
Tratar bem do melhor em mim"

sérgio godinho

As palavras de Sérgio Godinho pela boca de um amigo...
stay with me ;)

domingo, fevereiro 05, 2012

acabar/começar

Imagino que a maioria dos PhD's chegue a esta altura do campeonato completamente stressado. Eu pelo menos achei que me iria sentir completamente sobrecarregada, no entanto, isso não está a acontecer e em vez disso estou a experienciar um sentimento de libertação. Estou ansiosa para que tudo isto termine para começar finalmente a tirar algum proveito disso. A sensação é que estive anos a provar que sei fazer, a provar que sou capaz e agora só me apetece ir e fazer... sem ter que provar nada a ninguém e... finalmente... viver o presente. Não sei se isso vai acontecer... não sou doida, vejo a realidade`do desemprego, da falta de oportunidades, das condições precárias... mas, se cheguei até aqui não é agora que vou desistir. Por isso já tenho planos e estou hiperconfiante que as coisas vão realmente acontecer... Não me perguntem como, apenas fiquem positivos comigo.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

I'm not yours anymore



e há algo de poético em tudo isto

Pensei estar aqui muitas vezes, mas tal como quando se descobre que se ama alguém, falo daquela certeza que vem de dentro, assim cheguei, finalmente, aqui... já não sou tua.
Sem medos, sem remorsos, sem desculpas, sem culpas... já não sou tua.
E é assim mesmo, como um filme a preto e branco em fade out
E é assim mesmo, embalada nesta música
E é assim mesmo, neste dia
já não sou tua

E há algo de poético em tudo isto.

quarta-feira, janeiro 11, 2012

nada como ir ao hospital para ficar doente

Fui levar uma amiga e fiquei 5 horas a incubar o bicho. Trouxe umas dores de garganta que não inspiram nada de bom.

terça-feira, janeiro 10, 2012

a vida acontece




Fiz planos, fiz tantos planos... quem não fez, quem não os faz todos os dias?


Mas não planeei estar agora aqui. De todas as coisas, esta é a mais difícil... largar a vida que planeei. Demorei muito tempo a ver os meus planos evaporarem-se numa imensa nuvem de pó e a deixar o pó assentar, na esperança de encontrar um rasto de caminho a seguir. Esperei, mas não havia carreiro para percorrer e o caminho tive eu que o fazer todo de novo. Tantos planos que guiavam o meu caminho, que eu tive (e ainda tenho) de largar. Desenhei novas metas, construí outras bases, explorei outras opções e chega a altura de cortar com o plano inicial, e aceitar que por muitos planos que se façam para a vida, a vida acontece todos os dias.

ps- e eu sou aquela na foto, com muita vontade de abraçar com amor a vida que aí vem.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

quinta-feira, janeiro 05, 2012

a verdade



e há que dizê-lo, é que não, ainda não estou pronta. Gostava, queria, muito... mas não estou! Custa dizê-lo, custa admiti-lo... mas também é preciso fazê-lo para que aconteça mais depressa.

Mas sei, tenho a certeza, hoje (mais do que ontem ;))... que estou muito perto de estar PRONTA! Isso, e que tenho os melhores AMIGOS do mundo!!


PS- e também sei porquê ;)

sábado, dezembro 31, 2011

2011

Foi uma caminhada.
Foi um ano para resolver as minhas questões, de me pôr bem, acreditar e seguir em frente. Foi coisa para durar até ao último dia do ano... quando todas as peças se encaixaram e, com alguma tristeza, tudo passou a fazer sentido.
Foi uma caminhada cheia de altos, baixos e alguns atalhos.
Foi uma caminhada cheia de gente à minha volta, senti-me como um ciclista na volta a Portugal... havia sempre gente na estrada com incentivos e garrafas de água ;)... sempre!
Foi uma caminhada de auto-conhecimento, de crescimento, de perdão e de agradecimento.
Foi uma caminhada longa, dolorosa, mas muito muito gostosa.
E a única coisa que pedi para 2011, está comigo...
Estou pronta!

Best of 2011



quarta-feira, dezembro 28, 2011

Afinal sou coruja

Tantos anos a achar que era cotovia, quase a obrigar-me a levantar cedo e a culpar-me por não o fazer, a achar que trabalhava melhor de manhã, quando na realidade só começava a produzir a meio da manhã (e com sorte)... a achar que de manhã é que começa o dia e depois a acumular a culpa por não me sentir exactamente a seguir esse plano. Sou coruja, trabalho melhor à tarde e à noite, e de longe prefiro deitar-me tarde a levantar cedo... e é altura de me deixar de sentir culpada por isso. Chego tarde ao trabalho, é verdade... mas fico até às 20h (ou mais), produzo muito mais, e sinto-me menos cansada. Anos a contrariar o meu ritmo, só porque se me meteu na cabeça que o certo era outra coisa. Quantas e quantas vezes, trocamos as voltas à nossa vida por ideias pré-concebidas. Isto é só um pequeno, mas com grande impacto, exemplo disso.

segunda-feira, dezembro 26, 2011

O Natal cá em casa


A tradição cá em casa é haver discussão. Gostava muito de ter uma família unida, daquelas que têm muito gosto em se juntar e rir muito à mesa e a minha não podia estar mais longe desse ideal. Nunca foi muito unida e cada vez é mais pequena. No entanto este ano, foi diferente. Este ano na véspera de Natal fui visitar o meu avô ao lar e fiquei ali, com a sensação plena que tenho de aproveitar enquanto ele cá está, mesmo que seja só para lhe perguntar como está e ouvir sempre a mesma resposta. Depois fui visitar a minha avó, e fiquei ali umas 2 horas a ouvi-la falar... acho que nunca tive uma conversa tão longa com ela. Senti-me ganhar raízes, que muito me estavam a faltar.
Depois foi ceia e almoço cá em casa, na paz, no quentinho, com a parte materna da família e com a criança cá de casa a fazer das suas.
Todos os anos gosto menos do Natal e todos os anos sinto a esperança de que corra bem diminuir. Este ano... a minha esperança saiu renovada.

quinta-feira, dezembro 22, 2011

agora percebo porque nos meus natais de infância as pêugas eram uma prenda recorrente

Hoje, embuída de um resto de espírito natalício que não sei de onde veio, meti-me na primark e comprei as minhas prendas de Natal todas, papel de embrulho incluso. Estou muito mais feliz, e a minha conta também não.

ps- vá, só uma prenda é efectivamente um par de meias, mas em giras!

segunda-feira, dezembro 19, 2011

new header help

é só no meu computador ou no vosso também aparece o header com baixa resolução?

segunda-feira, dezembro 12, 2011

bipolaridades

Quando percebo que, para escrever a tese, tanto encontro conforto e inspiração com este som, como com este. Pois é, meus amores... this is WAR. ;)

domingo, dezembro 11, 2011

ninguém pode sonhar por ti!



e os meus começam a crescer e a desenhar-se, cada vez maiores, cada vez mais fortes.. e não faz mal se, a vida não os trouxer, só sonhar é já um pedacinho do sonho e por isso já vale, toda, a pena.
;)

sábado, dezembro 10, 2011

apetecia-me tanto!

coincidências

Perdida na blogosfera, o título de um blog chamou-me a atenção, porque tinha o título que eu já tinha pensado para o meu próximo blog. Entrei, comecei a ler e percebi que tudo o que lá está poderia ser escrito por mim. Aliás, comecei a pensar que os meus amigos poderiam achar que sou eu que o escrevo (não amigos, este é o meu único blog). Há sempre um reconforto mórbido em saber que alguém passa pelo mesmo que nós, pensa como nós... de certa forma faz-nos sentir mais normais no meio de toda a loucura a que se assemelha a nossa vida. Afinal, tudo isto é normal.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

o maior luxo

e ás vezes é SÓ isto, o meu sofá, o aquecedor ligado, as luzes na árvore de Natal, um gato a arrancar bolas da árvore de Natal e um piano amigo a tocar, o maior luxo de todos - Paz.

quarta-feira, novembro 23, 2011

bad dream

e derrepente estava ali e não tinha carro, mas tinha a sensação que tinha chegado ali de carro... no meu carro. Mas afinal não, e eu precisava de um, mas alguém achava que não. eu estava ali, chegada por amor, o meu amor. Mas já não havia amor naquele sítio. Eu estava ali, e por momentos não percebi se deslocada no tempo, se só deslocada da vida.