sexta-feira, junho 04, 2010

do realismo (ou falta dele)

sim, estou a falar do SATC 2.

O realismo foi o movimento literário que menos gostei. E justificava-o à minha professora de Português (e à minha mãe), que me obrigava a ler Eça de Queirós, que para realidade já me bastava a vida. Pra ler, ouvir e ver... eu quero o sonho, o impossível, o exagero. Porque se aquelas meninas vestissem Zara e que tais, não usassem saltos altos (lindíssimos), não tivessem aventuras fantásticas iam-nos fazer suspirar pelo quê?

abuso, abuso é alguém com uma copa daquela tamanho não usar soutien, isso sim.. é abuso!

SATC 2

Há quem diga que não se devia ter feito a sequela. Não poderia estar mais em desacordo. O filme está hilariante, muito divertido, com as 4 amigas a voltar a si mesmas. Há muito que não me lembro de rir tanto num filme. Só faltou uma coisa para ser perfeito, mas paciência... é a vida a correr à nossa frente. Quer dizer, mais do que uma... faltou o vestido vermelho da Charlotte, o laranja e os dois rosa pastilha elástica da Carrie no meu guarda roupa, perdão, closet!

quarta-feira, junho 02, 2010

falta uma semana

Daqui a uma semana já estarei do outro lado do atlântico, para aprender mais umas técnicas laboratoriais, análises de dados e estatística, enriquecer o meu idioma (tanta palavra nova que eu aprendi lá) e também o meu palato (principalmente nas frutas, todos os dias conhecia uma nova). Desta vez parece que só o vulcão me poderá desviar do caminho e mesmo esse parece que já não vai a tempo. Por via das dúvidas é melhor começar a fazer as malas. ;)

segunda-feira, maio 31, 2010

Day 19 - A song that makes you laugh



buraka som sistema, Kalemba (wegue wegue)

principalmente quando me lembro da popota ;).

terça-feira, maio 25, 2010

Day 13 - A song from your favorite album



Pink, gliter in the air

é linda a música e a actuação dela nos grammys de 2010 foi fenomenal!

se eu pudesse voltar atrás

- tinha esperado um ano e tinha tentado outra licenciatura.

basicamente é isto.

segunda-feira, maio 24, 2010

Day 12 - A song that describes you




k's choice, Believe

espírito quebrado

Não costumo conduzir muito, porque normalmente ando de transportes públicos, mas agora que ando de motorista tenho conduzido todos os dias, por Lisboa em hora de ponta. Não sou propriamente naba, tenho carta desdo os 18, gosto de conduzir e acho que conduzo bem e acho que o problema é precisamente esse... conduzo bem. Respeito as regras, os piscas e as prioridades e por isso muitos condutores, e até acompanhantes, acham que sou naba, ingénua e boazinha porque deixo entrar ordeiramente à minha frente quando em fila (não deixo quando me querem passar à frente no trânsito), faço pisca antes de me lançar para a faixa do lado, dou prioridade a quem vem da direita e às manobras de quem vai à minha frente. Quando não respeitam o mesmo código que eu fico zangada, muito, e barafusto e lá vem outra vez o és ingénua, e és boazinha, tens de ser como eles senão não te safas! E é esta inversão de valores que me quebra o espírito, na condução e na vida. Eu espero que cada boa acção da minha parte, seja vista como algo bom e não como alguém que é naba e não quer seguir o caminho (mais fácil) de toda a gente. Porque esse eu também conheço, mas escolhi não seguir. Nos tempos que correm (depressa, demasiado depressa) o desafio não é ser bom, é conseguirmo-nos manter bons, mesmo quando nos tentam quebrar o espírito.

domingo, maio 23, 2010

sábado, maio 22, 2010

Day 10 - A song from your favorite band

não tenho! fica mais uma das minhas músicas favoritas.



Sara Bareilles, Gravity

quinta-feira, maio 20, 2010

Day 07 - A song that reminds you of a certain event



Jason Mraz featuring Colbie Caillat, Lucky

Um momento de viragem, com a letra a acompanhar um atlântico de distância.

pelas minhas contas eu devia ter 28 anos, mais coisa menos coisa

Custa-me dizer a idade que tenho, não porque me ache velha mas porque efectivamente não me sinto com o número de anos que o BI indica. Se há por aí quem pense que é uma óptima linha de pensamento, neste momento a coisa vê-se por outro prisma.
Não tenho filhos, não tenho um emprego estável... a bem dizer nunca deixei de estudar, não uso saltos altos (a não ser para ocasiões especiais) (porque), não tenho carro e ando de transportes públicos, não sou casada e a única coisa a que posso chamar minha é ao meu gato (porque a bem dizer a casa continua a ser do banco). Os meus "luxos" são as viagens e os meus "guilty pleasures" são as esplanadas e almoçaradas com os amigos e roupa, pois claro. Posto isto, quando me perguntam a idade não me sinto na minha pele, não me apetece dizer que tenho a idade que tenho, porque com esta idade eu já devia ter um emprego estável para poder ter carro e filhos e usar saltos altos, mesmo que depois não me casasse, decidisse adiar a maternidade, fosse para o trabalho de autocarro e de ténis às bolinhas. E isso é que, verdadeiramente, me faz "nova" por fora e "velha" por dentro.