quinta-feira, abril 01, 2010

at last, phi phi, o paraíso

e acabámos nas phi phi, que foi O sítio que desde que me conheço queria conhecer (agora vou ter de arranjar outro ;)). E este foi mesmo o momento alto. Água azul a fazer confusão aos olhos, água quente que até queimava as pernas (juro!), corais e peixinhos coloridos, barcos sempre muito enfeitados e os sorrisos... sempre os sorrisos. Amei.













ps- agora percebo porque me estavam sempre a perguntar se era a primeira vez na Tailândia.

já disse que odeio esta mudança de horário?

E só por causa disso, vou pegar nas minhas trouxas (mala com 20 kilos, que não me deixam levar mais) e vou-me mudar para um horário mais decente. E com temperaturas compatíveis com alças e bikinis (tenho um bronze a preservar, caramba). Volto quando os dias estiverem mais compridos e eu já consiga acordar de dia. E usar bikini, mas a sério!

terça-feira, março 30, 2010

phuket

Rumamos a sul e mergulhamos nas águas quentinhas de phuket. Escolhemos Kata beach por ser a mais sossegada das 3 praias mais conhecidas, ainda assim é um pequeno algarve. Phuket foi uma pequena desilusão... a praia é bonitinha, mas nada de por aí além e em termos de condições deixa muito a desejar. Temos melhor ;) . Salva a sua reputação a àgua quentinha e transparente e o fantástico pôr do sol.







quarta-feira, março 24, 2010

chiang mai

Foi uma surpresa. No norte, é a segunda maior cidade do país, mas completamente diferente de BKK. Super descontraída e muito, muito agradável. Aqui entrámos na natureza e na cultura tailandesa. Visitámos o parque natural, as tribos da montanha mais alta da Tailândia, o projecto de agricultura do rei, demos banho a elefantes e aprendemos a cozinhar em tailandês. Adorámos.














confirma-se

continua a ser o meu livro favorito!
Ps- gostava de um dia experimentar fazer algumas das receitas... principalmente as codornizes com pétalas de rosa.

eu na cozinha

Desconfio que não gosto de cozinhar, ou melhor, não tenho paciência para passar muito tempo na cozinha. Receitas elaboradas não é para mim, é apara a outra metade lá de casa. Essa sim, sabe fazer sushi e cheesecake de frutos silvestres e segue à risca as receitas. De onde resulta que eu faço as receitas que alimentam o pessoal e ele faz os gourmets. Receitas seguidas à miligrama, lamento mas, só no laboratório. Acho que nunca na vida segui uma receita à risca(normalmente ignoro as quantidades de ingredientes e passo à receita em si). Não sei cozinhar sem inventar... é mais forte que eu. Há sempre qualquer coisa que posso acrescentar. E apesar de, uma vez ou outra, a coisa não sair tão bem... a verdade é que o saldo é claramente positivo. Se a minha sogra diz que eu faço uma lasanha fantástica e um bacalhau com broa muito bom, acho que posso dizer que estou mais que aprovada.
Na cozinha gosto de inventar (sou cientista), o que deixa os cabelos em pé da outra metade lá de casa (na maioria das vezes passa-lhe depois de comer), mas normalmente esqueço-me de escrever as receitas e há algumas que já nem consigo reproduzir, como um folhado de pescada que fiz há uns tempos atrás, que se perdeu para todo o sempre. Isto para dizer que vamos ter uma nova rubrica por aqui... não muito periódica, porque como eu já disse... não gosto de passar muito tempo na cozinha.

sexta-feira, março 19, 2010

são só 130 - day 1
























day 1- começar pelo princípio

Depois de muitas horas de viagem aterramos em BKK ao pôr do sol. Ainda deu para vislumbrar a longa planície verde, recortada em rectângulos de diferentes culturas e lagos. O calor começa a sentir-se e depois a humidade, não tanta como para a qual me tinham preparado e nem o cheiro se fez sentir pestilento como me tinham avisado. Deixámo-nos enganar pela empresa de táxis e pagámos o dobro do que viríamos a pagar à volta. O nosso pequenino hotel, super giro, económico e bem localizado perto do metro e sky train compensou-nos ao fazer um upgrade no quarto. Em cima da hora do jantar aproveitámos para entrar logo no espírito tailandês. Eu pedi um caril verde que, e nem por acaso, passou a ser a minha receita tailandesa preferida, a par do sticky rice com manga, que mais à frente na viagem aprendemos a fazer. O jet leg a bombar, caminha que se faz tarde.
Enquanto do outro lado do mundo (no nosso lado do mundo) se preparam para dormir, um novo dia ensolarado, com 34ºC, desperta. Rumamos à zona ribeirinha da cidade para visitar o Grand palace e templo wat phra kaew (templo do Buda esmeralda), depois o wat po (templo do Buda reclinado) e o wat arun (templo do amanhecer), que dizem ter influência portuguesa. Evitamos o tuk tuk que claramente nos quis enganar de 3 maneiras diferentes. primeiro dizia que a zona dos palácios estava fechada nesse dia de manhã por causa de uma cerimónia qualquer, felizmente já tinha sido avisada para estes estratagemas, segundo queria-nos levar a uma loja de um amigo e depois nos levava aos palácios, outro estratagema que usam para nos levar a 5 lojas de amigos que lhes pagam o combustível. terceiro, vendo que não nos vendia a volta, queria nos cobrar o triplo de um taxi. O meu conselho, usem taxi de dia e tuk-tuk de noite.
Os templos, os palácios e os jardins são de um esmero impressionante e verdadeiros locais de romaria. 90% da população é budista e devota, por isso, por todos os templos se viam tailandeses a entregar flores, a arder incenso e a colocar folhas de ouro na imagem do Buda.
Passou mais de meio dia e já estamos cansados, BKK é desgastante, muita gente, muito calor, muito trânsito, algo suja e à excepção dos centros comerciais, não me pareceu uma cidade muito moderna. Não percebi a loucura com as compras em BKK, tudo me pareceu mais caro do que cá, talvez no MBK, o mais conhecido, fosse mais barato mas como não andava à procura de nada, nada encontrei. Devia ter tido mais paciência porque até preciso de um telemóvel novo e a minha máquina fotográfica vermelha deu o berro mesmo antes de voltar.
As pessoas são o melhor da cidade, aliás do país, têm sempre um sorriso para nos encarar e um sawadee para nos saudar. São verdadeiramente calorosos e sinceros. Senti-me sempre segura e bem vinda.
Para a noite decidimos ir ao must do momento- sirocco- um bar no rooftop do segundo maior edifício de BKK onde a vista sobre a cidade é fenomenal. BKK é enorme!!

segunda-feira, março 15, 2010

mas mais importante

é ter quem fale por nós na nossa ausência!

muitos parabéns minha querida! vamos festejar?

de volta

Cheguei ontem á tarde, depois de muitas horas de viagem (não digo quantas porque não as contei para não me assustar), pela primeira vez estou mesmo com jet leg, com sono, frio e dores de costas. Ontem, por volta das 20h estava já no vale dos lençóis, completamente podre. Hoje, às 8h já cá estava ao trabalho (haja alguma coisa positiva no jet leg), para dar de caras com um laboratório inoperacional devido a grandes inundações (calha a todos) e um monte de confusões para resolver. Não estou propriamente de baterias carregadas e tão pouco estava com saudades do frio como tinha premeditado... quero mais uma semana para descansar das férias.

mas...
foi fantááááááááaáááááááááááástico!!! assim que recuperar ponho fotos e conto tuti, tuti.

ps. o meu amor diz que o que dizemos depois do mas é o que realmente pensamos/importa!

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

aqui me despeço

... até ao meu regresso!

em dias de aulas

Lembro-me, no primeiro ano em que dei aulas, de uma antiga professora minha me dizer que seja em que altura for... quando começamos as aulas há sempre nervos, seja aos 5 seja aos 25 anos de carreira. Assim estou eu. No dia antes das aulas começo a panicar, durante a noite acordo milhentas vezes e fico com um humor de cão. E para nada, porque depois as aulas correm muito bem, os alunos são uns queridos e eu saio de lá revigorada. Mas não é sempre... este ano tive sorte com os alunos. Já o ano passado foi uma tormenta, alunos que pareciam alforrecas de tão amorfos e eu odiei... quando cheguei ao fim, tirei um lutador de sumo de cima de mim. Perguntava-me eu, que quero ser professora, porque me tinha custado tanto dar aulas nesse ano. Há distância de um ano, consigo perceber melhor... é que não são só os professores que fazem uma aula.

ps- bastante mais aliviada.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

histórias do gato que me ensina a maternidade # 1

Neste momento, estou cheia de fome ainda não jantei (são 23h30), mas tenho o gato enroscado no colo e não me atrevo a sair daqui. Desde que ele viu as malas acho que ficou meio deprimido, começou a olhar-me de lado e começou a dar-me o tratamento de sem-ronrons. Por isso todos os momentos em que lhe posso dar mimo (e ele deixa) eu não vou desperdiçar... mesmo que tenha um buraco no estômago e uns rolinhos de sushi na cozinha à minha espera.
Deve ser assim a maternidade... matar a fome com o bem estar deles.