sexta-feira, julho 03, 2009

Cenas de um casamento #4

"O amor, tão difícil de definir, já não é nem um sentimento, mas sim um conjunto de outras coisas, respeito, amizade (...) tudo o resto é Hollywood e chama-se Paixão!"

homilia do Padre Nuno
27/06/09

terça-feira, junho 23, 2009

confesso... tenho ciúmes do gato

ou isso ou o gato é um grande gayzola!!

Então eu dou-lhe as papinhas, troco a águinha, limpo os cócós e os vomitados, escovo o pêlo, dou mimos e o gaijo derrete-se é com o dono-que-não-quer-ser-dono??!! descaradamente!!! o dono-que-não-quer-ser-dono só precisa de se sentar ou deitar, que lá vai o gato enrroscar-se nele a ronronar e a esticar as patinhas, com um ar completamente ganzado. Eu sei que é das feromonas, mas... há limites. No outro dia fez tal espectáculo, parecia que estava bêbado, que estivémos quase a caminho do veterinário!

sim, tenho ciúmes e não acho normal!!

segunda-feira, junho 22, 2009

a pensar para os meus botões...

se calhar era boa ideia ir novamente passar o Inverno ao Brasil.

estou a escrever só para ver se a ideia se entranha.

está tudo óptimo!

Não fui de férias, apenas muito trabalho durante os dias úteis e uma rede (que trouxe do brasil) na varanda aos fins de semana. O tempo, entre ambos, escasseia.

segunda-feira, junho 08, 2009

deve ser moda

Agora toda a gente quer estudar as minhas plantas... desculpem lá, mas ide pregar para outro quintal!

das eleições III

já deu para perceber porque, em tantos anos de blog, nunca falei de política.

das eleições II

Não me venham com tretas, porque não existe desculpa para não ir votar*. Porque eu também posso dizer que não me senti minimamente informada sobre o que cada partido pretendia defender na europa. Gastam milhares de euros em ENORMES cartazes e depois as ideias são tão pequenas (pequeninas) que ocupam os cartazes com as suas caras em formato XL... o povo é tão burro que vai escolher deputados em função da beleza da fotografia, ou melhor do candidato (sic). Escrever 4 ou 5 linhas (e mesmo isto é muito pouco para pedir) de propostas, ideias ou o que quer seja que se pudesse ler... zero! São muito fraquinhos da cabeça é o que consigo concluir. Lemas como "vamos mudar", "está na hora", "tudo por Portugal"... dizem tudo e não dizem nada, valem zero. Melhor ainda, gastar dinheiro dos contribuintes em cartazes a dizer "somos uns coitadinhos, todos nos atacam" é uma VERGONHA! Mas consigo compreender... mesmo que escrevessem, ninguém ia acreditar e depois se não fizessem eram uns incapazes... o melhor mesmo é baixar a fasquia, deixar que sejam os militantes (com o tacho no horizonte) a votar... o (resto do) povo que se lixe... esse nem costuma votar (sic).
Sim, posso dizer que não me senti minimamente informada, que acho uma vergonha as campanhas eleitorais, acho profundamente vergonhoso usarem o dinheiro dos contribuintes para não informarem de nada e que me sinto verdadeiramente enganada e gozada como cidadã com aquilo a que chamam campanha eleitoral.
Sim, posso dizer isto tudo, indo votar em BRANCO**.

*claro que consigo perceber que existem situações em que a pessoa não podem ir votar. Está de férias, foi a um casamento, está doente (embora nenhuma delas seja impeditiva)... mas 60% da população estava nestas situações?
** Votar em branco, é mesmo em BRANCO, não é rasurar, nem escrever nos boletins, ou assinalar mais do que um partido... esses votos não contam para nada... nem sequer entram nas contagens. perder tempo para fazer isso, é o mesmo que nem lá por os pés.

das eleições I

este país está condenado! Arrisco a dizer que estamos fadados para isto... sermos vitímas da nossa apatia e tristeza, a sério, parece que nos corre nas veias... devia ser instaurado como uma tradição portuguesa. Passar a vida a fazer queixas e quando chega a hora de fazer alguma coisa em relação a isso mais de metade da população só consegue vislumbrar 2 hipóteses... a) está a chover, vamos mas é alapar o rabo no sofá ou b) está sol e eu vou para a praia. É triste.
Ainda mais triste quando a abstenção parte, principalmente, da camada mais jovem da população. Aquela que tem energia para tudo e mais alguma coisa, mas não para "perder" 20 minutos num dever que é também um direito.
O meu avô, que mal se aguenta nas pernas, quase não sai de casa... não pediu ajuda a ninguém, pegou na bengala e foi votar... o meu avô que reconhece que já nada disto é para ele, porque a reforma que tem chega-lhe e nenhuma decisão que dali venha vai ter impacto na sua vida, foi a pé (com pouca força nas pernas, arriscando-se a cair) até às mesas de voto porque há muito desemprego e muita injustiça. E eu, que estava nas mesas de voto, consegui reconhecer a sua voz nos corredores, fui ter com ele e ralhei-lhe por ali estar a colocar a saúde em risco (principalmente porque não nos avisou)... mas no fundo, estava a fazer uma birra de neta por estar cheia de orgulho nele.

segunda-feira, junho 01, 2009

to do list until end june

@ home

  • fazer um dia de experiências fotográficas (bora lá sof?)
  • acabar de ler o manual grande da máquina fotográfica
  • selecionar as fotos de 2008 para imprimir
  • marcar hotel em BCN [done]

@ work/ doutoramento

  • entregar abstarct para o congresso
  • inscrição no congresso [done]
  • Fazer estudo químico (destilações1ª fase)
  • Começar estudo anti-oxi
  • Acabar ensaio de bioactividade (1ª fase) [done]
  • Fazer extracções DNA
  • Preparar artigo
  • fazer a análise estatística (com pelo menos 3 softwares)
  • saída de campo [done]

@me

  • perder 1Kg
  • consulta de revisão da operação
  • acabar tratamento derma
  • marcar dentista
  • voltar ao gym

sexta-feira, maio 29, 2009

perdidos por 100, perdidos por 1000

e assim, no espaço de um dia, vimos todas as nossas reclamações saírem goradas. feitas as contas à vida... são menos umas férias de 2 semanas em bali, em 5 estrelas tudo incluído (coisa pouca, portantoS). Mas, como se isso não bastasse, chegamos a casa e temos a luz cortada sem qualquer factura ou aviso de eventual interrupção de fornecimento... olha que bom, já temos mais umas reclamações para fazer, é preciso é não parar para não perder a prática. Convencidos, mas não vencidos... enterrámos o dia numa esplanada junto ao mar.

quarta-feira, maio 27, 2009

o amor tudo pode...

O amor é triste, é uma luta, uma selva e quem disser o contrário mente! e mente com todos os dentinhos que já teve. Porque eu sei, porque eu vi e vejo todos os dias as marcas que o amor pode deixar. O amor é tudo e no entanto deixa-nos, tantas e quase nunca uma só vez na vida, nada. De mãos vazias, olhos vazios, alma vazia, o peito um buraco. Não só tira o que deu, como leva mais um bocado de nós agarrado. "O amor tudo pode...", pois pode! e tudo é tudo... bom e mau. E ninguém está preparado para que de algo bom, surja algo mau (e vice-versa), simplesmente não tem lógica. Mas o amor tudo pode e lógica é coisa que ele desconhece. Milhares de anos e ainda não afinámos a arte do amor, continuamos a cometer os mesmos erros que os homens das cavernas, que gregos e troianos, que Napoleão, que os nossos vizinhos, que os nossos pais. Milhares de anos e nem um manual (pequenino, pequenino que fosse) de instruções para a vida e o amor. Porque o amor tudo pode e nem todos os livros do mundo junto o conseguem explicar (por isso ainda há tantos por escrever). E no fim... voltamos ao princípio, não sabemos nada de amor a não ser que o amor tudo pode e que talvez seja mesmo como miguel esteves cardoso disse.

segunda-feira, maio 25, 2009

por estes dias são só reclamações

A paciência implodiu juntamente com o início de incêndio no lab, quando manuseávamos produtos altamente inflamáveis e depois foi esparramar-se em dias de campo por esse alentejo carracento (sim carraças às dezenas, elas gostam de mim). Quando voltei, um mail dizia que estava tudo normal, que tinha de pagar porque sim. Eu acho que não, porque não! Paciência atinge o nível zero... por isso depois de um fim de semana revigorante voltamos à carga. Meia já se foi com um atendimento a clientes que só sabe dizer que não sabe.
Agora vamos gastar o outro meio na outra "casa" que me engole o dinheiro como se fosse seu. E Já nem falo do estado em que o estado nos deixa, que essa reclamação deixei para a cara metade.
Mais alguém quer testar limites?

...

deus não me deu paciência... e agora vai ter de ser à bruta!
vamos lá ganhar uma úlcera.

segunda-feira, maio 18, 2009

daí-me paciência

Desde a semana passada que tenho um telefonema para fazer lá para o "hotel", para me explicarem porque a minha conta da "estadia" aumentou para mais do dobro 2 semanas depois de lá ter pernoitado. E ando a adiar porque já sei que me vou chatear e não me apetece ficar chateada, há coisas tão mais fixes para se ficar. E eu sou péssima quando me chateio, porque depois de me chatear ainda tenho de remoer aquilo tudo tipo máquinas de triturar papel nos escritórios e só depois do papel estar à venda como reciclável é que a coisa melhora. Portanto, é isto, "Deus, daí-me paciência para o telefonema que vou fazer a seguir e já agora para o resto da semana".

quarta-feira, maio 13, 2009

top 15+

Desafiada pela sofi@ aqui fica o meu top 15+ de séries da TV, entre portuguesas e estrangeiras, de agora e de outros tempos:

Duarte e companhia
Twin peaks
Allias
Brothers and sisters
Sex and the city
Simpsons
Modelo e Detective
MacGyver
Kit
Lipstick Jungle
Ficheiros secretos
Friends
Adultos à força
Beverly Hills 90210
Prison Break

Sintam-se desafiados a fazer o mesmo.

Depois, só depois

Toma-se um banho refirmante, coloca-se uma máscara no cabelo enquanto se trata da depilação, exfolia-se a pele, põe-se o anticelulítico (que já sabemos que não vai fazer nada, mas com tanta publicidade uma pessoa é obrigada a acreditar), hidrantante por todo o corpo daqueles que dão uma corzinha, arranjam-se as sobrancelhas, pintam-se as unhas dos pés e mãos, hidrata-se o rosto, veste-se uma camisa de dormir sexy e depois ..... passa-se a ferro mais uma tonelada de roupa.

segunda-feira, maio 11, 2009

exercício de equilibrio

Sou verdadeira, mesmo que quisesse não saberia ser de outra forma. Sou uma ave rara ingénua e incapaz de ser calculista. Dou tudo, bom e mau, aquilo que sinto mostro e digo sem fundo de reserva ou maneio. Não tenho vergonha de me mostrar frágil quando a vida assim insiste, não quero deixar de viver o bom com medo do mau que possa acontecer, não quero ter tempo a perder com jogos de esconde, esconde e mesmo aquilo que ás vezes tento esconder acabo a demonstrar porque sou demasiado transparente. Vem do fundo, dos meus fundos. Dou tudo e quando doi, esgoto-me... ainda assim insito na verdade e não me protejo.
Talvez a vida ainda não me tenha sido suficientemente madrasta para me mudar ou talvez a vida me tenha ensinado (à força) que é inútil resistir, ou então é a escolha que eu fiz (ingénua, bem sei) de querer dar tudo para receber tudo. Mas como (quase) tudo, o exercício do equilibrio é o mais difícil.

quinta-feira, maio 07, 2009