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segunda-feira, outubro 24, 2011

e voltamos ao Outono

Brindamos com uma tarde chuvosa de filmes e conversa, cá dentro cheira a bolo a castanhas assadas e a riso. A chuva lá fora lava todo o pó que se acumulou nos últimos tempos, sabe bem ouvi-la cair. Cá dentro está quentinho, o gato enrosca-se num mimo pegado. O tempo passa devagarinho e eu sinto o meu coração amolecer devagar. Talvez nem tudo se tenha perdido, talvez o tempo cure como me prometem, talvez seja isso que me dizem... é preciso sentir o calor, mesmo em dias frios e chuvosos...
Cá dentro faz sol.

quarta-feira, junho 22, 2011

giving time a time

A minha vida assemelha-se às estações do ano, tive a minha Primavera de corropio, mudanças, fantasia, ritmo acelerado, novidade e pressa de chegar a algum lado. Cheguei, cheguei ao meu porto seguro e daqui não vou sair para mais lado nenhum. Porque por muito que eu queira, eu não consigo lavar a minha alma no duche, eu não esqueço quando decido que quero esquecer e não deixa de doer quando eu digo basta... tudo tem um tempo e eu decidi dar-me esse tempo e aproveitar o momento, sem decisões, sem procurar, sem esperar... chegou o Verão.

sexta-feira, junho 17, 2011

eu quero

"Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais."

Caio Fernando Abreu

segunda-feira, junho 06, 2011

me, myself and I (nem de propósito)

Acordei, não muito cedo, e decidi que ia ter um Domingo para mim, sozinha, a fazer as coisas que gosto de fazer e que me fazem feliz. Iria até Belém, comprava um latte e sentava na relva a ler o meu livro. Assim que saí de casa fui desafiada para ir aos pasteis de Belém com a minha L., e aproveitei para conhecer a F. e o J. (que fazem um casal muito feliz, sente-se ;)). Depois passeie junto ao rio e almocei, nos sofás, no Bar do Altis Belém. Depois de 2 horas de leitura, acompanhada de uma tosta de queijo e rúcula, sou desafiada para cinema. Nem morta que me tiram daqui... a paisagem estava fantástica e não era precisa nenhuma companhia. Saí mais tarde e fui votar, depois fui levar pasteis de Belém à família que estava nas mesas de voto a trabalhar, ficaram tão contentes com a surpresa (ou seria com os docinhos ;)). Segui para casa, precisava da minha calma para resolver definitivamente um assunto pendente. Resolvido, catarse e segui para casa dos meus amigos para jantar e ser a biggest looser da semana. Terminámos a noite a jogar snooker. Foi um dia tão cheio, tão antagónico e que espelha tão bem o que por aqui anda. Senti o coração cheio, a vida cheia... e queria tanto partilhar. E esta frase diz tudo.

quinta-feira, abril 07, 2011

um mês depois

A minha casa está praticamente pronta, montada... e não digo finalizada, porque ainda lhe faltam algumas coisas, que eu faço porque faltem, porque quero que continue a ser um projecto em aberto. Quero com isto dizer, que provavelmente está mais finalizada que a minha anterior em cinco anos, pronto era esta a conclusão a que eu (não?) queria chegar... mas não me vou alongar por aí. Meti mãos à obra, literalmente, e no dia a seguir à escritura estava a colar as amostras de tinta nas paredes enquanto bebia champanhe de um copo de plástico (cena muito à filme que aconteceu apenas porque não tinha ainda água em casa e era a única coisa que tinha para beber , mas que me soube bem para caraças). Todas as paredes foram pintadas por mim, e nesses dias descobri como pintar pode ser tão terapêutico, limpar nem tanto, fiquei uma verdadeira mestre de obras... aplicar primários, aparafusar puxadores e até corrigi rodapés (não sabem o que é? contratem-me ;)). Escolhi todos os electrodomésticos e consegui enfiá-los a eles e a mais um despenseiro na minha minúscula cozinha... que agora até nem me parece tão minúscula. O Leroy Merlin passou a ser a minha Zara, houve um dia que lá fui 3 vezes seguidas para comprar uma bicha para o esquentador... da última vez já me despedi do empregado a dizer que desejava não o ver mais nessa noite (ele riu-se). Desenhei móveis, fiz orçamentos, só comprei alguns ;), arranjei algumas coisas que estavam estragadas, desenhei a minha cama que chegou ontem e que o meu gato já tratou de estragar. É uma casa, não é um museu. Mas é a minha casa, que eu agora mostro como se fosse um, cada vez que chega ou faço uma coisa nova. É a minha casa e está a minha cara (bonita ;) ). A minha relação com o banco passou a ser muito próxima, um mês depois já amortizei 50 euros na minha casa, arranjei um outro emprego e voltei a acreditar. como é que tudo isto aconteceu num mês? ...a vida reserva-nos muitas surpresas.

segunda-feira, abril 04, 2011

repeat mode

não repetir os mesmos erros (tás linda miúda, tás, tás)

sexta-feira, abril 01, 2011

hoje é o primeiro dia, do resto da minha vida

(e não é mentirinha nenhuma) Mudei-me com a Primavera (e com os censos ;)), mas hoje marca-se o ponto de não retorno, o início, vira-se a página e começa-se a escrever de novo. Hoje tenho uma página em branco onde já se desenham novas esperanças, novas espectativas e também novos erros. Mas não faz mal porque são novos, não são repetidos. Hoje marca-se no calendário a alta, o coração já não está esfrangalhado, embora também não se apresente forte para grandes embates... mas a esperança, ai a esperança, ainda bem que sobrou esse antídoto, esse que faz reset and hit play again (quase) ignorando o medo. Hoje começa o último ano do meu doutoramento... parece que ainda ontem me estava a candidatar e vai-se a ver, já estou na recta final, parece que tudo se vai encaminhando, encaixando, finalizando. Hoje encho os pulmões de ar e sorrio... hoje é o primeiro dia do resto da minha vida. (... e a água não está assim tão fria ;))

segunda-feira, novembro 05, 2007

update

Já estamos melhores, o vírus foi embora. O lab está fixe e finalmente a entrar nos eixos, o mestrado vai dando uma trabalheira desgraçada, mas um prazer imenso. Cá em casa continuamos em part time... é mais o tempo que dedicamos ao trabalho que a nós, mas tudo bem... são fases e estamos, por hora, sintonizados. O sobrinho, pelo que me dizem porque não o pude ir ver graças ao vírus, está óptimo, dorme maravilhas e não dá chatices nenhumas. O gato, que foi esterilizado, está cada vez mais eléctrico... dormir uma noite seguida continua a ser tarefa impossível de concretizar.
Já estava com saudades. mas a verdade é que fases em que tenho muita coisa para ler e escrever... fora do blog, acabam por redundar em pouca ou nenhuma escrita e leitura por estes lados. a missão segue dentro de momentos... espero.

terça-feira, maio 08, 2007

mind this gap... graduados abandonam Portugal

Todos os dias leio este blog, acho que foi uma excelente ideia dos autores que desta forma me mataram a curiosidade sobre o que leva as pessoas a sair do seu país e como é que elas vivem com isso. Quando penso nisso, vêem me à cabeça tantas perguntas.
Porque saem já todos nós sabemos, mas fica a dúvida... se cá existissem as mesmas condições, ainda assim partiriam? será mais do que necessidade de progressão, dinheiro, oportunidades? quanto da abertura de horizontes pessou nas suas decisões? e quando partem, pensam voltar? pensam ficar lá de vez? colocam metas? vão tristes e zangados ou euforicamente cientes das oportunidades? quando estão fora como vivem as saudades? Como vivem fora da nossa língua? é assim tão diferente de Portugal?
Coloco a hipótese de também partir, talvez num futuro bastante próximo, e confesso que não me agrada a ideia. Sei que vou ter imensas saudades da minha família e nem sei muito bem como vou conseguir conviver com a distância, com a diferença de linguas, de costumes... é que passar férias e conhecer outras culturas é muito giro, mas intrincar-me nelas é outra muito diferente. Talvez não esteja talhada para sair de portugal, talvez esteja demasiado acomodada, ou muito simplesmente seja apenas medo paralisante de não me conseguir adaptar, de fracassar... assim um medo parecido com o que tive quando fui dar aulas para Viseu (a uma escala mais pequena).
Acabou por revelar-se uma das melhores experiências que já tive, fez-me crescer tanto...
Por hora vou lendo, talvez me inspire... um dia a escrever!

sexta-feira, abril 27, 2007

blue day

ainda bem que vou ao Algarve de fim de semana... estou a precisar de arejar.

quinta-feira, abril 26, 2007

the dress

o vestido já está... e é muito diferente do que tinha imaginado comprar:
  • foi caaaaaaaaaaaaro
  • é comprido
  • é preto e pérola (desculpa sofia, bem sabes o que penso sobre isto!)
  • tem padrões (pa-drões!)
  • pareço mais magra com ele

para quem me conhece, isto é muito à frente!