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sexta-feira, novembro 13, 2009

ainda bem que é sexta

Estou aqui a tentar perceber se esta leve sensação febril, dor de cabeça, pouca capacidade de concentração é porque estou a ficar doente ou se é tudo cansaço (que bela semana). por via das dúvidas já bebi um chá e já me muni de manta aconchegante, no melhor spot do sofá com gato a acompanhar. toda a gente sabe que um gato é remédio santo!

segunda-feira, novembro 09, 2009

parece que não me enganei

Depois de ver o teste das vocações aqui, decidi fazer também. Para que naqueles momentos de dúvida, que acredito todos os cientistas têm, me lembrar que é intrínseco.


Maior pontuação em D
São intuitivos como os C, mas, em vez de se preocupar com pessoas, costumam focar seus interesses em grandes áreas do conhecimento, como ciência e tecnologia. Apresentam notável capacidade para identificar problemas concretos e resolvê-los, bem como para o raciocínio abstrato.



Carreiras mais apropriadas
• Analista de sistemas
• Antropólogo
• Arquiteto
• Astrônomo
• Criador de software
• Designer industrial
• Economista
• Engenheiro
• Físico
• Líder de uma corporação (CEO)
• Matemático
• Militar
• Oceanógrafo
• Pesquisador
• Químico
• Músico (regente de orquestra)
• Urbanista
• Zoólogo

quinta-feira, novembro 05, 2009

acho que é exigência

Eu gosto mesmo de aprender. As minhas colegas perguntam-me muitas vezes (ou perguntavam) para que é que eu queria saber isto ou aquilo. Um dos professores já me respondeu... mas eu não quero que tu saibas isso, ainda. O que me deixou um bocado irritada.
Eu não faço as coisas por empinanço, nem para passar na disciplina só para ter o nome da disciplina no currículo e até posso passar com notas baixas (o que não é costume) porque o que me interessa é que tenha aprendido e normalmente não considero a nota do exame como o meu grau de conhecimento. Mas ontem o tiro saiu-me pela culatra. Eu sabia a matéria teórica (quase) toda, e sentia-me bem preparada para mexer com os 500 programas estatístcos. Mas os dados deram-me a volta... aconteceram umas 3 ou 4 coisas que ainda não tinham acontecido e que me obrigaram a colocar o que sabia em causa. Resultado, saí de lá com mais dúvidas do que certezas e extremamente irritada. Escusado será dizer que, tal como nos velhos tempos, passei o meu sono a fazer árvores filogenéticas e acordei super cansada. No meio disto tudo fico ainda sem perceber se me tornei mais exigente ou se já perdi a estaleca para os estudos.

segunda-feira, novembro 02, 2009

preparar as férias já é metade da viagem

Parece que a melhor altura para visitar a Tailândia é entre Novembro e Abril.

terça-feira, outubro 27, 2009

afinal está vivo!

há meses que não me responde aos mails, mas hoje convida-me para o seu hi-5.

segunda-feira, outubro 26, 2009

Por mim, atrasavam-se 2 horas

Sou matutina, mas sempre tive muitos problemas para me conseguir levantar de manhã. Só há pouco tempo consegui perceber como funciona o meu ritmo circadiano. Quando estive no Brasil, com um atraso de 3 horas (agora de Inverno), é que notei particularmente a minha necessidade de luz para acordar. Lá está, sou como as plantinhas, preciso de luz para me energizar! Lá, às 5h começava a amanhecer, às 6h eu já estava farta de fazer tempo na cama para me levantar e por volta das 7h30 já estava no lab a trabalhar. Em Portugal, na melhor das hipóteses, a minha hora de acordar é às 7h30. Claro que às 17 horas começava a escurecer (o que por cá também se verifica) mas, como já tenho o meu trabalho feito, é só voltar para casa e começar a relaxar e para isso o escurinho até sabe melhor. Aliás para mim das 17h às 20h são horas mortas, compassos de espera entre sair do trabalho, ir ao gym, fazer o jantar... pouco me importa que seja de noite. Ou seja, por mim horário de Inverno está perfeito. E o horário de Inverno no Brasil ainda mais perfeito!

ps- 3 semanas sem escrever e estava difícil recomeçar, ganhei uma hora e consegui voltar. alívio

sexta-feira, setembro 18, 2009

a p#%@ da idade

Já não se me depara quando olho para os rebentos das minhas amigas e eles já falam e têm dentes e oops já estão a entrar para a faculdade. Mas sim na primeira aula teórica de estatística e delineamento experimental (que considero de revisão), quando começo a apanhar papéis ao quarto de hora do fim. Aqui devo confessar que até nem foi mau olhando para o ar de espanto do resto da plateia. Mas é também neste preciso momento que começo a fazer contas ao tempo e vejo que a última vez que toquei em estatística foi para aí há uns... 10 anos atrás, mais coisa menos coisa, o que feitas as contas (que ainda sei de matemática) bate no século passado!
Bateu-me a crise da mini-nano-micro-idade.

terça-feira, julho 14, 2009

não liguem

que isto é o cansaço a falar.
Há 3 fins de semana que o conta kilometros não pára. 2 casamentos, um deles em Vilar formoso (800km), 2 aniversários, um deles em Viseu (600km) e agora o expoente máximo de saídas de campo, 2 dias (talvez 1000km para cada um). sabendo que para a semana há mais.
já se vê que isto anima qualquer um.

Constatação do dia

que embirração, tudo me irrita. Perdi a paciência para as pessoas, para os blogs, para as conversas, para as ideias, para tudo. Este é o meu limite, preciso de férias. é que já nem eu me aturo.

sexta-feira, julho 10, 2009

espero nunca perder essa capacidade de sonhar

Sou uma palerma que vive no mundo dos sonhos, que gosta de construir castelos (literalmente) nas núvens completamente consciente que tudo se vai escaqueirar de encontro ao chão duro, mais tarde ou bem cedo... quase sempre cedo. Depois, sei que me vou levantar, sacudir o pó, esquecer estas más memórias com amnésia selectiva e seguir caminho, durante mais um tempo, o tempo que for preciso e com o qual me posso entreter a sonhar e a construir castelos (literalmente) nas núvens. Sou palerma porque, ingenuamente, espero nunca perder essa capacidade de sonhar.

quarta-feira, julho 08, 2009

pequeno desabafo

Custa-me admitir que, apesar de escolhas minhas, os compassos de espera são dos piores sítios onde estar.

segunda-feira, junho 22, 2009

a pensar para os meus botões...

se calhar era boa ideia ir novamente passar o Inverno ao Brasil.

estou a escrever só para ver se a ideia se entranha.

está tudo óptimo!

Não fui de férias, apenas muito trabalho durante os dias úteis e uma rede (que trouxe do brasil) na varanda aos fins de semana. O tempo, entre ambos, escasseia.

segunda-feira, junho 08, 2009

deve ser moda

Agora toda a gente quer estudar as minhas plantas... desculpem lá, mas ide pregar para outro quintal!

das eleições III

já deu para perceber porque, em tantos anos de blog, nunca falei de política.

das eleições II

Não me venham com tretas, porque não existe desculpa para não ir votar*. Porque eu também posso dizer que não me senti minimamente informada sobre o que cada partido pretendia defender na europa. Gastam milhares de euros em ENORMES cartazes e depois as ideias são tão pequenas (pequeninas) que ocupam os cartazes com as suas caras em formato XL... o povo é tão burro que vai escolher deputados em função da beleza da fotografia, ou melhor do candidato (sic). Escrever 4 ou 5 linhas (e mesmo isto é muito pouco para pedir) de propostas, ideias ou o que quer seja que se pudesse ler... zero! São muito fraquinhos da cabeça é o que consigo concluir. Lemas como "vamos mudar", "está na hora", "tudo por Portugal"... dizem tudo e não dizem nada, valem zero. Melhor ainda, gastar dinheiro dos contribuintes em cartazes a dizer "somos uns coitadinhos, todos nos atacam" é uma VERGONHA! Mas consigo compreender... mesmo que escrevessem, ninguém ia acreditar e depois se não fizessem eram uns incapazes... o melhor mesmo é baixar a fasquia, deixar que sejam os militantes (com o tacho no horizonte) a votar... o (resto do) povo que se lixe... esse nem costuma votar (sic).
Sim, posso dizer que não me senti minimamente informada, que acho uma vergonha as campanhas eleitorais, acho profundamente vergonhoso usarem o dinheiro dos contribuintes para não informarem de nada e que me sinto verdadeiramente enganada e gozada como cidadã com aquilo a que chamam campanha eleitoral.
Sim, posso dizer isto tudo, indo votar em BRANCO**.

*claro que consigo perceber que existem situações em que a pessoa não podem ir votar. Está de férias, foi a um casamento, está doente (embora nenhuma delas seja impeditiva)... mas 60% da população estava nestas situações?
** Votar em branco, é mesmo em BRANCO, não é rasurar, nem escrever nos boletins, ou assinalar mais do que um partido... esses votos não contam para nada... nem sequer entram nas contagens. perder tempo para fazer isso, é o mesmo que nem lá por os pés.

das eleições I

este país está condenado! Arrisco a dizer que estamos fadados para isto... sermos vitímas da nossa apatia e tristeza, a sério, parece que nos corre nas veias... devia ser instaurado como uma tradição portuguesa. Passar a vida a fazer queixas e quando chega a hora de fazer alguma coisa em relação a isso mais de metade da população só consegue vislumbrar 2 hipóteses... a) está a chover, vamos mas é alapar o rabo no sofá ou b) está sol e eu vou para a praia. É triste.
Ainda mais triste quando a abstenção parte, principalmente, da camada mais jovem da população. Aquela que tem energia para tudo e mais alguma coisa, mas não para "perder" 20 minutos num dever que é também um direito.
O meu avô, que mal se aguenta nas pernas, quase não sai de casa... não pediu ajuda a ninguém, pegou na bengala e foi votar... o meu avô que reconhece que já nada disto é para ele, porque a reforma que tem chega-lhe e nenhuma decisão que dali venha vai ter impacto na sua vida, foi a pé (com pouca força nas pernas, arriscando-se a cair) até às mesas de voto porque há muito desemprego e muita injustiça. E eu, que estava nas mesas de voto, consegui reconhecer a sua voz nos corredores, fui ter com ele e ralhei-lhe por ali estar a colocar a saúde em risco (principalmente porque não nos avisou)... mas no fundo, estava a fazer uma birra de neta por estar cheia de orgulho nele.

sexta-feira, maio 29, 2009

perdidos por 100, perdidos por 1000

e assim, no espaço de um dia, vimos todas as nossas reclamações saírem goradas. feitas as contas à vida... são menos umas férias de 2 semanas em bali, em 5 estrelas tudo incluído (coisa pouca, portantoS). Mas, como se isso não bastasse, chegamos a casa e temos a luz cortada sem qualquer factura ou aviso de eventual interrupção de fornecimento... olha que bom, já temos mais umas reclamações para fazer, é preciso é não parar para não perder a prática. Convencidos, mas não vencidos... enterrámos o dia numa esplanada junto ao mar.

quarta-feira, maio 27, 2009

o amor tudo pode...

O amor é triste, é uma luta, uma selva e quem disser o contrário mente! e mente com todos os dentinhos que já teve. Porque eu sei, porque eu vi e vejo todos os dias as marcas que o amor pode deixar. O amor é tudo e no entanto deixa-nos, tantas e quase nunca uma só vez na vida, nada. De mãos vazias, olhos vazios, alma vazia, o peito um buraco. Não só tira o que deu, como leva mais um bocado de nós agarrado. "O amor tudo pode...", pois pode! e tudo é tudo... bom e mau. E ninguém está preparado para que de algo bom, surja algo mau (e vice-versa), simplesmente não tem lógica. Mas o amor tudo pode e lógica é coisa que ele desconhece. Milhares de anos e ainda não afinámos a arte do amor, continuamos a cometer os mesmos erros que os homens das cavernas, que gregos e troianos, que Napoleão, que os nossos vizinhos, que os nossos pais. Milhares de anos e nem um manual (pequenino, pequenino que fosse) de instruções para a vida e o amor. Porque o amor tudo pode e nem todos os livros do mundo junto o conseguem explicar (por isso ainda há tantos por escrever). E no fim... voltamos ao princípio, não sabemos nada de amor a não ser que o amor tudo pode e que talvez seja mesmo como miguel esteves cardoso disse.